Saudade de ganhar pouco e trabalhar muito. Pegar um carro e sair por aí atrás de matéria. De encontrar aquela pessoa que tu sabe que só vai ver uma vez na vida. Mas sentar na casa dela, tomar um suco de groselha, e ouvir, ouvir, ouvir... Saudades também de minha velha Olivetti, do tilintar das teclas, da redação esfumaçada e da euforia de ser foca.
No revirar de minhas pastas revivi HISTÓRIAS. Histórias de verdade, não esse faz de conta que vivo hoje. Tá bom, o que se faz aqui influi no país. Mas, na maior parte das vezes, é pra pior.
Cansei de usar gravata, só ando com ela no bolso. Quando a ocasião pede, coloco ela no peito como se fosse um crachá. Tá certo que os seguranças do Congresso são meus camaradas. Mas, afinal, o início de carreira como repórter policial tinha que servir pra alguma coisa.
Uma agenda positiva para a democracia, por Fernando Luiz Abrucio
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*Valor Econômico*
*É preciso tratar dos problemas de diversos grupos sociais que não se
sentem representados pelas elites políticas tradicionais e suas
...
Há 20 horas

Um comentário:
Vou te dar a oportunidade de chorar mais um pouco - ou rir - enquanto escreve. Deixei um desafio à sua memória lá no meu blog:
http://dauroveras.blogspot.com/2008/01/onde-voc-estava-em.html
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