Depois de reclamar do uso de algemas durante a prisão de poderosos, de perseguir um juiz que mandou prender um banqueiro corrupto (que pagava para não ser investigado), de ter feito turismo em Fernando de Noronha as custas do erário, de torrar R$ 114.205,93 em diárias de viagem nos 13 meses de sua gestão, de acabar com a exigência de diploma de jornalista, de incentivar patrões a tentar desregulamentar outras profissões, enfim, de envergonhar a justiça brasileira, o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, agora chama um colega da corte de burro.
Manifesto aqui meu total apoio ao ministro Joaquim Barbosa, homem de coragem, de luta e que chegou ao STF por mérito, sem precisar fazer favores aos poderosos, muito diferente de muitos sanguessugas da República.
"Ouvir as ruas é mesmo uma idiotice, afinal, o povo é formado só por ignorantes. Nós, aqui de cima, da elite, é que devemos ditar o que esses bárbaros devem fazer. Afinal, os idiotas não reagem!".
Deve ser mais ou menos assim que Gilmar Mendes pensa.
Que falta nos faz Werneck Vianna nessa crise existencial do Supremo, por
Luiz Carlos Azedo
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*Correio Braziliense*
*O caso Master expôs relações opacas, suspeitas de promiscuidade, cifras
astronômicas, inexplicáveis, apesar das justificativas pro...
Há 14 horas

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