Época de pendura braba, dois empregos e dinheiro contadinho. Meio de transporte? Era no carcanho, debaixo de um sol de 40 graus.

Hoje dei risadas. A propaganda do cara dizia, abaixo da frase "Aceitamos chamadas a cobrar", o seguinte: "Nós confiamos em Deus".
Não sei se confiavam que o Senhor pagaria as ligações ou se era pura fé para sairem ilesos das corridas.
O fato é que o Paulinho era o que pode se chamar de piloto do capeta. Pelo menos ele confiava em Deus por mim, que sou ateu.
Juro que várias vezes pensei em botar a corrida na conta do Todo Poderoso.
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