
O estabelecimento era precário, com os quartinhos separados por divisórias de madeirite. Vá lá, o trem não era lá essas coisas, mas ninguém tava a fim de perder a viagem, ainda mais com os cornos cheios.
Cada um foi tratando de arrumar sua rapariga e rumar para o quarto.
A jornalistada tava lá no bem-bom quando surgiu uma pequena discussão, justamente no quartinho em que se aboletou o senador.
Era um tal de vira, de ajuda, de assim não dá, de splesh, vupt e outras "rabações". A comitiva de imprensa até largou de mão as meninas para escutar o furdunço.
Foi então que a companheira do parlamentar decretou o fim da foda...
_ Mas senador! Pra cumê cu o pau tem que tá tinindo!
... e o início da gozação.
2 comentários:
essa história já tinha ouvido... faz parte do folclore politico ... mas adoraria saber quem é o protagonista! já ouvi dizer que são vários... seu espaço tb está bem legal... estou retribuindo o link... volte sempre...
Posso garantir que não é o Renan Calheiros. Ele paga mais caro por esse serviço.
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