Conheci o advogado Cláudio Gastão da Rosa Filho no início de minha carreira como jornalista. Ele, na trilha de seu pai, também dava os primeiros passos no Direito. Lembro, como se fosse hoje, de seus olhinhos brilhando ao pegar um maço de oncinhas após soltar mais um trafica da 1º DP de Florianópolis. Era incrível seu "sexto sentido". Chegava sempre na delegacia antes do preso sair do camburão. "Se bobear fazia campana com a polícia antes do flagrante", matutei certo dia.
Hoje seu negócio e pre$tígio cresceram. Mulheres de traficas não vendem mais as mobílias da casa para pagar seus honorários. Gastão evoluiu.
Não é a toa que nesta quinta-feira assumiu a defesa do vice-governador catarinense Leonel Pavan.
Que falta nos faz Werneck Vianna nessa crise existencial do Supremo, por
Luiz Carlos Azedo
-
*Correio Braziliense*
*O caso Master expôs relações opacas, suspeitas de promiscuidade, cifras
astronômicas, inexplicáveis, apesar das justificativas pro...
Há 20 horas

Nenhum comentário:
Postar um comentário