O PDT bateu o pé nesta terça-feira, no Senado, para exigir a cassação do senador Expedito Filho, do PR de Rondônia, condenado pelo TSE por comprar de votos. Ameaçou até entrar com pedido de prisão preventiva contra os integrantes da Mesa do Senado que se negam a cassar Expedito. Até parece um ato nobre.
No entanto, os herdeiros de Brizola fazem tudo isso para por em seu lugar o empresário Acir Gurgacz, presidente do partido em Rondônia. Na sua ficha é possível destacar que foi indiciado pela Polícia Federal sob acusação de uma fraude de R$ 20 milhões contra o Banco da Amazônia (Basa). Responde pelos crimes de lavagem de dinheiro, crime contra o sistema financeiro e formação de quadrilha. Esse último, por, segundo a PF, ter atuado na fraude na companhia de seu pai, Assis, da mãe, Nair, e do irmão Algacir.
Gurcaz é dono da empresa Eucatur (União Cascavel), que explora há mais de 20 anos o sistema de transporte coletivo de Manaus. De quebra, ainda faz as linhas interestaduais entre Amazonas e Roraima.
Nada de se estranhar num Senado presidido por José Sarney.
Captura de precedentes, por Oscar Vilhena Vieira
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*Folha de S. Paulo*
*Advocacia de compadrio e múltiplas outras formas de aproximação indevida
entre magistrados e partes interessadas têm se tornado cada...
Há 9 horas

Um comentário:
A Eucatur também a única que vai de RS e SC para Rondônia. E a família Gurgacz também é dona de um dos principais jornais do Estado.
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